Com mais de 30 anos de atuação no mercado de joias, Ethel Perlman fundou em maio a Uber47, especializada em prata

A loja oferece cerca de 120 modelos de joias para os clientes (Foto: Divulgação)

A loja oferece cerca de 120 modelos de joias para os clientes (Foto: Divulgação)

Com mais de 30 anos de atuação no mercado de joias, Ethel Perlman decidiu vender a loja física que tinha no shopping Iguatemi, um dos mais nobres da cidade de São Paulo, para investir na internet.

Cansada de lidar com as demandas excessivas para manter um ponto em shopping center, a empresária se cercou de uma equipe jovem e criou a Uber47, uma loja online especializada em joias em prata.

Até o fim de 2014, Ethel espera vender 140 peças  (Foto: Divulgação)

Até o fim de 2014, Ethel espera vender 140 peças (Foto: Divulgação)

No ar desde maio, a Uber47 recebeu investimento de R$ 300 mil, recurso próprio da empreendedora. “Foram nove meses de pesquisa e planejamento antes de abrir a Uber47”, diz Ethel.

Nesse período, a empreendedora e sua equipe definiram a linha de negócios, como seria o relacionamento personalizado com os clientes, o tipo de design dos produtos e a matéria-prima que seria utilizada nas peças. Ethel é a terceira geração de sua família que trabalha com joias. O avô usava diamantes, o pai, ouro e diamantes.  Na internet, ela ficou com a prata.

SAIBA MA
Atualmente, a loja oferece cerca de 120 modelos de joias para os clientes, mas o site é alimentado com lançamentos semanalmente. São oito designers responsáveis pelas coleções.  A ideia é que elas imprimam seu estilo nas joias com base em um tema proposto pela Uber47. O primeiro foi São Paulo e o resultado são anéis, brincos, colares e pulseiras que homenageiam marcos da cidade, como os Jardins da Luz, a Avenida Paulista e o sanduíche de mortadela do Mercado Municipal.

“Faremos quatro grandes lançamentos anuais, seguindo o calendário tradicional do mercado de joias – Dia das Mães, Dia dos Namorados, Dia dos Pais e Natal -, e teremos vários temas pontuais, como pet, rock e esportistas. Lançamos, por exemplo, anéis inspirados em arenas de futebol”, diz Ethel.

Até o fim de 2014, Ethel espera vender 140 peças e faturar em torno de R$ 50 mil.

Fonte: PEGN