Em seu primeiro ano de vida somente no mundo virtual,
Era Uma Vez cresce 25%

A mudança para o e-commerce aumentou em 25% o faturamento da loja (Foto: Divulgação)

A mudança para o e-commerce aumentou em 25% o faturamento da loja (Foto: Divulgação)

Seis anos atrás, em 2009, os irmãos Andréa e Victor Lovato apostaram em uma loja especializada em produtos para bebês de até três anos e enxovais no tradicional bairro de comércio Bom Retiro, em São Paulo. Algum tempo depois, em junho de 2012, colocaram um pé no mundo virtual com a abertura da loja online Era Uma Vez. O objetivo, nessa época, era que a página fortalecesse as vendas da loja física. O e-commerce, então, seria um segundo canal de comercialização.

Mas os planos acabaram sendo revistos. Com o site representando 50% do faturamento, a dupla decidiu fechar a loja física cerca de um ano atrás para se dedicar somente ao e-commerce. “Com o fechamento da loja reduzimos nossos custos em cerca de 80%,  pois no bairro em que estávamos os aluguéis são muito altos”, conta Victor.

Com a mudança de estratégia, a Era Uma Vez faturou R$ 2 milhões em 2014, cerca de 25% a mais que no ano anterior – mesmo sem a loja física. “Fechamos a loja, reduzimos os custos e rentabilizamos a empresa vendendo on-line.”

Para manter o mix adequado à sua clientela, Victor e Andréa apostam em produtos que vão desde itens mais populares até marcas mais caras. “As roupas de bebê voltadas para o uso no dia-a-dia, com um custo menor, são nosso carro-chefe e respondem por aproximadamente 80% das vendas”, afirma o empreendedor.

Hoje, o site recebe cerca de 40 pedidos por dia e o tíquete médio fica em R$ 150. São cerca de 4.500 produtos de 40 marcas diferentes à disposição do consumidor.

Para continuar atendendo quem compra no atacado – o Bom Retiro é famoso pelas vendas nesse formato -, a Era Uma Vez permite aos clientes comprar com desconto nas vendas a partir de 12 peças, que podem ser diferentes e adquiridas por pessoa física, e acima de R$ 300.

Para 2015, a Era Uma Vez espera crescer 30%.

Fonte: Revista PEGN